APARIÇÕES DE JACAREI 26 ANOS DE GRAÇAS

APARIÇÕES DE JACAREI 26 ANOS DE GRAÇAS
APARIÇÕES DE JACAREI 25 ANOS DE GRAÇAS

quinta-feira, 16 de novembro de 2017

QUANDO EU REZO A AVE MARIA


  O Bem-aventurado Alano de La Roche disse: “Quem te ama, ó excelsa Maria, leia isto e extasie-se: 

Quando eu rezo a Ave Maria,
a corte celestial se regozija,
a Terra se perde em admiração,
eu esqueço o Mundo
e meu coração transborda do amor de DEUS.
Quando eu rezo a Ave Maria;
todos os temores se dissipam
e minhas paixões se apaziguam.
Se eu rezo a Ave Maria;
a devoção cresce dentro de mim
e desperta a contrição pelo pecado.
Quando eu rezo a Ave Maria,
a esperança fica forte em meu peito,
e o frescor da consolação
inunda minha alma mais e mais,
porque eu rezo a Ave Maria.
Meu espírito se regozija, 
a tristeza vai embora
quando eu rezo a Ave Maria. 

   Porque a doçura desta suavíssima saudação é tão grande que não há termos adequados para explicá-la devidamente e, depois de haver dito dela maravilhas, todavia ainda a achamos tão cheia de mistério e tão imensa que sua profundidade é impossível de ser compreendida. É curta em palavras, mas grande em mistérios. É mais doce que o mel e mais preciosa que o ouro. Devemos tê-la frequentemente no coração para meditá-la e na boca para rezá-la devotamente.” 

terça-feira, 14 de novembro de 2017

ORAÇÃO ARDENTE DE SÃO LUÍS MARIA DE MONTFORT

Oração a Jesus
(de São Luís Montfort)
Meu amável Jesus, permiti que me dirija a vós para testemunhar o meu reconhecimento pela
graça que me concedestes, dando-me a vossa santa Mãe pela devoção da escravidão, para ser
minha advogada junto de vossa Majestade, e meu suplemento universal em minha grandíssima
miséria.
Ai de mim! Senhor, sou tão miserável, que sem esta boa Mãe estaria irremediavelmente perdido.
Sim. Maria me é necessário junto de vós, em toda parte: necessária para vos aplacar em vossa
justa cólera, pois vos tenho ofendido todos os dias; necessária, para sustar os castigos eternos de
vossa justiça, que mereço; necessária para contemplar-vos, falar-vos, rogar-vos, aproximar-me de
vós e vos agradar; necessária para salvar minha alma e a dos outros; necessária, em uma palavra,
para fazer sempre a vossa vontade e procurar em tudo a vossa maior glória.
Ah! quem me dera publicar por todo o universo esta misericórdia que tivestes para comigo! E
que todo o mundo soubesse que sem Maria já estaria condenado! Pudesse eu render-vos dignas
ações de graças por tão grande benefício! Maria está em mim, haec facta est mihi, Oh! Que
tesouro! Que consolo! E eu não seria, depois disso, todo dela? Que ingratidão, meu Salvador
amado! Enviai-me a morte antes que me aconteça tal desgraça: pois prefiro morrer que viver sem
ser todo de Maria.
Mil e mil vezes tomei-a, com S.João Evangelista ao pé da cruz, por todo o meu bem! e outras
tantas vezes dei-me a Ela; mas se até agora não o fiz bem, conforme desejos, ó Jesus amado, faço-
o agora como quereis que o faça, e se vedes em minha alma e em meu corpo algo que não
pertença a essa augusta Princesa eu vos rogo que o arranqueis e o jogueis para longe de mim,
pois que o que não é de Maria não é digno de vós.
Ó Espírito Santo! concedei-me todas essas graças e plantai, regai e cultivai em minha alma a amável Maria, que a Arvore da vida verdadeira, a fim de que cresça, floresça e suscite frutos de
vida com abundância.Ó Espírito Santo! dai-me uma grande devoção e uma grande inclinação
para com vossa divina Esposa, um grande apoio sobre seu seio maternal e recurso contínuo à sua
misericórdia, a fim de que nela formeis em mim a Jesus Cristo, grande e poderoso, até à
plenitude de sua idade perfeita. Assim seja.

quarta-feira, 8 de novembro de 2017

AMOR E FIDELIDADE À VOCAÇÃO ATÉ O FIM: CARMELITAS MÁRTIRES DE COMPIEGNE - FRANÇA


Bem Aventuradas Carmelitas de Compiègne – Mortas durante o massacre de Católicos na REVOLUÇÃO FRANCESA




A escritora Gertrud von le Fort mostrou em seu livro A ÚLTIMA AO CADAFALSO (Ed. Quadrante, SP), o quão perversa e sanguinária foi a Revolução Francesa (1789) que nada teve de “Igualdade, liberdade e fraternidade”, como se propaga, mas foi a encarnação diabólica do mal na França, especialmente contra a Igreja Católica.





O texto abaixo mostra o assassinato covarde e revoltante de 16 irmãs carmelitas de Compiègne, na guilhotina, acusadas maldosamente de serem “subversivas” e inimigas da Revolução. 


Como, se eram enclausuradas? Foi o ódio de Satanás contra aquelas que ofereciam a Deus a sua vida para aplacar a cólera de Deus na França.



Leia este relato e depois o livro todo, para conhecer a verdade escondida pelos “iluministas”:



“São cerca de oito horas da tarde. É verão e o céu ainda está claro. A multidão comprime-se em volta da guilhotina, erguida no centro da antiga Place du Thrône, atual Barriére de Vincennes. Junto dos degraus que conduzem ao cadafalso, o carrasco, Charles-Henri Sanson, espera respeitosamente de pé, flanqueado por dois ajudantes. O calor é opressivo, e em toda a praça reina um odor mefítico de sangue. Vindos da cidade, despontam os carroções. Hoje são dois, e vêm bastante cheios: ao todo, serão quarenta vítimas. Recebem-nas as exclamações e ameaças habituais, mas o barulho logo se abafa em murmúrios de espanto. Acontece que, entre os condenados, se veem diversas mulheres de capa branca: são as dezesseis carmelitas do convento de Compiègne, Ao contrário dos seus companheiros de infortúnio, não deixam pender a cabeça nem choram ou gritam; trazem o rosto erguido, e a linha firme do corpo é sublinhada pelas mãos amarradas às costas. E cantam: aos ouvidos de todos, ressoam as notas quase esquecidas da Salve Rainha em latim e do Te Deum. Até para o mais empedernido dos basbaques presentes, é um espetáculo inaudito.Quando os carroções param ao pé do cadafalso, o burburinho faz-se silêncio absoluto. Até essas mulheres histéricas, as chamadas “fúrias da guilhotina”, que sempre estão na primeira fila dos espectadores, emudecem.As primeiras a descer são as carmelitas. Uma delas, a priora, Madre Teresa de Santo Agostinho, aproxima-se do carrasco e pede-lhe que lhes conceda uns minutos para poderem renovar os seus votos e que a deixe ser a última a sofrer a execução, para que possa animar cada uma das suas filhas até o fim. Sanson, o carrasco, alma delicada, concorda de bom grado.



Todas juntas, cantam o Veni Creator Spiritus. A seguir, renovam os seus votos religiosos. Enquanto rezam, uma voz de mulher sussurra na multidão: “Essas boas almas, vejam se não parecem anjos! Pela minha fé, se essas mulheres não forem diretas ao paraíso, é porque o paraíso não existe!…”



A priora recua até a base da escada. Tem nas mãos uma estatueta de cerâmica da Virgem Maria com o Menino Jesus ao colo. A primeira a ser chamada, a mais jovem de todas, é a noviça Constança. Ajoelha-se diante da Madre e pede-lhe a bênção. Segundo uma testemunha, ter-se-ia também acusado nesse momento de não haver terminado o ofício do dia.Com um sorriso, a Madre diz-lhe:

“Vai, minha filha, confiança! Acabarás de rezá-Io no Céu...”

E dá-lhe a beijar a imagem. Constança sobe rapidamente os degraus, entoando o salmo Laudate Dominum omnes gentes, “Louvai o Senhor, todos os povos”. “Ia alegre, como se se dirigisse para uma festa”. O carrasco e seus ajudantes, com gesto profissional, dispõem-na debaixo da guilhotina. Ouve-se o golpe surdo do contrapeso, o ruído seco da lâmina que cai, o baque da cabeça recolhida num saco de couro. Sem solução de continuidade, o corpo é lançado ao carroção funerário.



Uma por uma, as freiras ajoelham-se diante da priora e pedem-lhe a bênção e permissão para morrer. Cantam o hino iniciado por Constança.

Quando chega a vez da Irmã de Jesus Crucificado, que tem 78 anos, os jovens ajudantes do carrasco têm de descer para ajudá-la a vencer os degraus. Ela diz-lhes afavelmente: “Meus amigos, eu vos perdoo de todo o coração, tal como desejo que Deus me perdoe”.



Só falta a Madre. Com gesto simples e firme, beija a estatuinha e confia-a a primeira pessoa que tem ao lado*. Tem 41 anos, um rosto expressivo, nem muito bonito nem feio; o porte é, mais do que altivo, descontraído. Os olhos castanhos, sofridos, mas irradiando bondade, procuram os do Pe. Lamarche, que as confessara no dia anterior na prisão e que se encontra entre a multidão. Como quem tem pressa em concluir uma tarefa urgente, sobe por sua vez os degraus. Agora tudo terminou. Pode-se cortar o silêncio como se fosse um queijo. Muitos dos assistentes choram baixinho.

Anos mais tarde, encontrar-se-ão – registrados em cartas pessoais, diários íntimos e memoriais – os ecos da emoção que experimentaram e dos efeitos que ela lhes causou: muitos sentiram a necessidade de mudar de vida, de retomar a prática dos sacramentos, um ou outro de ingressar num convento… Um deles, um menino que presenciara a cena das janelas de um prédio situado em frente da guilhotina, guardou dela uma impressão tão profunda que, anos mais tarde, quando fazia o serviço militar, carregava sempre consigo as obras de Santa Teresa de Ávila e acabou por fazer-se sacerdote. “O amor vence sempre”, costumava dizer a Madre priora; “o amor vence tudo”.






(*) Essa imagem foi devolvida mais tarde à Ordem e encontra-se hoje no Carmelo de Compiègne, novamente fundado em 1867.



Os corpos foram levados às pressas para o antigo convento dos agostinianos do Faubourg de Picpus. Lá foram lançados na fossa comum e cobertos de cal viva. Hoje há ali um gramado cercado de ciprestes, com uma simples cruz de ferro. É um lugar de silêncio e oração.



Na capelinha anexa a esse cemitério, há uma lápide que traz o nome das dezesseis mártires beatificadas em 27 de maio de 1906 por São Pio X.


ISSO É O QUE ACONTECE QUANDO O POVO ELEGE GOVERNOS GANTI CATOLICOS.


Bem Aventuradas Carmelitas de Compiègne, Rogai por nós !!

CHAMADO DE AMOR DE NOSSA SENHORA